Olha a gente
voltando com tudo depois desse tempo afastados! Por motivos pessoais eu tive
mesmo que me afastar de vocês durante esse tempo, mas agora estou voltando a
todo vapor e com dica de livro! E nem é de um livro só!
A dica da vez é a
linda série da Paula Pimenta!
Fazendo meu Filme é
um romance bem adolescente, mas que nos faz suspirar, um romance cheio de
emoções e que ainda nos trás uma grande lição: PRA TUDO EXISTE O MOMENTO CERTO!
Não adianta questionarmos e nem querermos adiantar isso ou aquilo.
O mais bacana do
livro é que além do lindo romance entre a Estefânia e o Leonardo, o livro vem
recheado com dicas de livros, músicas super bacanas e de certa forma inéditas!
Porque o livro tem a sua própria trilha sonora!
Uma série com 4
livros, que tem a possibilidade de virar série de TV, tem uma versão para
colecionador e tem até um volume que é uma espécie de diário.
Fazendo meu Filme 1
conta a história de uma adolescente que sonha em ser cineasta, dentre tantas
emoções da fase dos 16, Fani é apaixonada por um professor, a trama ainda conta
com histórias paralelas a dela, conta parcialmente histórias de vários outros
personagens.
A jovem descobre que
seu grande amor na verdade é o Leo, mas ela tem que partir pra terra da rainha
fazer um intercâmbio e deixá-lo em BH. O segundo livro se passa todinho na
Inglaterra, onde Fani começa a dar os primeiros passos para a realização do seu
sonho!
A autora da série
faz com que fiquemos curiosos com o decorrer dos livros, porém acaba se
tornando uma leitura cansativa com a quantia de problemas que a Fani e o Leo
tem que enfrentar pra poder ficar juntos!
Os dois últimos
livros de certa forma acabam ficando repetitivos e o leitor começa a querer
adivinhar o que vai acontecer pela falta de paciência com os problemas que o
destino coloca para o casal!
Apesar desse
pequeno ponto ruim que eu apresento da série a indico a todos que querem ler um
romance cheio de emoções!
O final da Fani e o
do Leo realmente é o melhor que a Paula Pimenta poderia ter escrito. Posso
adiantar apenas que é um final feliz, pois depois de tantos problemas os dois
mereciam ser felizes!
Acredito que esses
livros deveriam se tornar roteiro de novela das 21h, pois é muito melhor
escrito que as novelas atuais! (risos).
Meus amores fica aí
a dica de livros pra vocês, espero que gostem da série!
Não se esqueçam de
me contar o que acharam dela depois!
Milhões de beijos!
Jéssy
Bom dia turma! Depois de alguns dias na correria e
sem tempo para o blog estou voltando com a entrevista tão esperada! Nosso
Mauricio de Sousa respondeu todas as questões com muito carinho!
Fiquem ligadinhos que a maioria das perguntas vocês
mesmo s quem indicaram!
Primeiramente
gostaríamos de agradecer a atenção conosco e a oportunidade de podermos
publicar uma entrevista com o grande Mauricio!
Quem seria hoje Mauricio de Sousa sem a Turma da Mônica?
Mauricio:Sempre gostei de quadrinhos e meus
pais me incentivavam nessa leitura. Foi natural eu querer fazer a mesma coisa
quando cresci. Só que acabei incentivando um pouco além de meus filhos. Quando criança
também gostava de tocar piano. Mas carregar lápis e papel é bem mais fácil.
(risos)
Mauricio o senhor é um dos ícones da literatura brasileira infantil, como
vê ela no futuro?
Mauricio: O segredo de manter um público constante num mercado
inconstante é sempre estar antenado na linguagem atualizada das crianças. Os
pais curtem ter lido a Mônica que falava com eles na linguagem da época e que
se adapta à linguagem do filho. Que pai não aprecia um filho que gosta dos
mesmos gostos que ele teve em criança?
Como o nosso grande Maurício se sente sendo o incentivo da leitura de
tantas crianças há tantos anos?
Mauricio: Com uma grande responsabilidade. Sempre encontro pessoas
que, quando crianças, já liam meus quadrinhos e dizem para mim: meu filho
começou a ler pelos gibis da Mônica. O apelo visual dos quadrinhos sempre ajuda
a buscar interesse da criança pela leitura. Acredito que, tanto no impresso
quanto na internet, a leitura vai sempre ter seu lugar de destaque. Basta ver o
número de títulos infanto-juvenis lançados pelas editoras atualmente. Minha
alegria é saber que não estou formando apenas leitores, mas também bons
escritores. E com bons escritores, sempre haverá muitos leitores. Os personagens da Turma da Mônica foram inspirados em pessoas reais ou
apenas fruto da sua grande imaginação?
Mauricio:Praticamente todas as inspirações são
de minha infância e de meus filhos. Cascão e Cebolinha foram colegas que
moravam perto de casa. Magali, Mônica e Maria Cebola são minhas primeiras
filhas. Depois vieram mais sete filhos e todos viraram personagens. Mas criamos
também outros personagens necessários às historinhas e não necessariamente
baseados em alguém real. São mais de 400 criados até hoje.
De onde surgem ideias para a criação de tantos gibis?
Mauricio: Temos uma ótima equipe de roteiristas. Muitos moram longe de
São Paulo como em Manaus ou Rio Grande do Sul. E isso ajuda para que tenhamos
histórias criativas e cheias de novidades. E também minha filha Marina, que
inspirou a criação da personagem Marina, me ajuda muito na leitura dos roteiros
recebidos para ver se está tudo na linha de nossa filosofia.
Mauricio de Sousa tem algum projeto novo em preparação? Pode adiantar um
pouquinho pra gente?
Mauricio:Sempre
temos novos projetos. Atualmente abrimos novamente o Parque da Mônica e está um
sucesso de público. Na Bienal do Livro do Rio de Janeiro vamos lançar vários
novos títulos para completar os centenas que já temos em livrarias. A série
Monica Toy tem sempre um novo desenho no nosso canal oficial do youtube. E a
série de graphic novels onde grandes desenhistas brasileiros fazem sua versão
da Turma da Mônica em estilo próprio estão sendo lançadas até em outros países.
A última "Turma da Mônica - Lições" já está esgotando nas livrarias.
E o senhor pretende um dia parar com os gibis e as histórias em
quadrinhos?
Mauricio: O que acaba com uma publicação são os leitores. Se não se
interessarem mais e deixarem de comprar, a revista acaba. Mas nesses 55
anos de Turma da Mônica nunca aconteceu isso. Espero que continue assim.
Se puder, por favor, deixe uma mensagem aos fãs de tantos anos e aos
leitores iniciantes de Mauricio de Sousa!!!
Mauricio: A criança é e sempre será a mesmaem qualquer época. Oque muda são as novas formas de comunicação e avanços
tecnológicos, que influenciam nos relacionamentos. Mas os sentimentos são
imutáveis.
‘‘A criança é e sempre
será a mesma em qualquer época!’ Que
lindo! A equipe do Realeza Cultural deseja sucesso a todos os personagens do
Mauricio, agradecemos a atenção dele e de toda a equipe e agradecemos em
especial a vocês! Nossos leitores que sempre estão nos dando dicas e nos
ajudaram com as perguntas dessa entrevista!
Espero que tenham gostado!
Compartilhem e curtam muito!!!
Milhões
de beijos!
Jéssy!
Lucinda Price é uma garota diferente, após a morte de seu "amor" ela é enviada para um internato para pessoas problemáticas. Ela não gosta do local, mas faz algumas amizades e é claro, inimizades. Já nos primeiros capítulos do livro, Luce sente uma atração muito forte por Cam e Daniel. Cam sempre quer estar próximo de Luce, e Daniel faz de tudo para ignorar a garota, com o passar do tempo ela descobre que realmente gosta de Daniel, mas ele é um garoto muito misterioso. Além desse triangulo amoroso, Luce desde pequena - não lembro a idade correta- vê sombras, ela nunca sabe de quem elas são, apenas aparecem e junto delas, um frio horrível, e na maioria das vezes algo ruim acontece. Luce, junto com Ariane e Penn, suas amigas, vão tentar desvendar o passado de Daniel e o que ele esconde de todos. E é claro: a resposta desse mistério vai ser sobrenatural.
Acho que a grande sacada do livro mesmo é o mistério. O enredo te faz desconfiar de tudo e de todos. Não dá para saber quem é bom e quem é mal ou quem está do lado de quem. As coisas mudam de direção o tempo todo. Isso pode te deixar um pouco confuso. Sem contar que a narrativa é lenta e arrastada e deixa a cada página virada um rastro cansativo de dúvidas e porquês. É apenas nas últimas 100 páginas que a história realmente fica empolgante, apesar do surgimento de novas perguntas. O que sempre achei uma tática muito boa da autora porque você fica tão curioso, mas tão curioso que se sente obrigado a ler a continuação para não deixar todo o mistério em torno de Luce e Daniel sem uma solução.
Um trecho que gosto muito.
“Ela levantou os olhos para Daniel.Suas cores pareciam brilhantes também.Sua pele era dourada e, sob a luz, os olhos eram quase como a chuva. Luce observou – sentindo um misto de confusão e vergonha, e uma tentação maior ainda- enquanto Daniel subia a margem de volta.Um raio de sol passou por entre as árvores e envolveu sua silhueta com um brilho radiante. Como a água cintilava sob a luz do sol, quase parecia que Daniel tinha asas.”
Aqui você ouve uma musica que achei um pouca a cara do livro.
Essa é minha dica da semana e espero que tenham gostado. Abraços, boa leitura, Vitor.
E aí galerinha!!!! Eu já estava com saudades de
vocês!!! Trouxe comigo uma super entrevista com o Léo, um amigo meu de tempos,
escritor de poesias lindas, um negão de tirar o chapéu haha!!! Ao som de Tim Maia
vocês saberão um pouquinho dele, um corinthiano de 33 anos e solteiro, e como
ele mesmo disse: ‘‘aceitando propostas’’! Meninas aí de São Paulo olha a
oportunidade!!! Conquistar o coração no negão poeta!!!
Léo meu querido, primeiramente gostaria de agradecer você por
ter nos dado atenção e principalmente por aceitar a nossa entrevista! Agora
queria que você contasse pro nosso blog, quem é o artista Leonardo M.
Francellino e quem é o Léo pessoa?
Léo: O prazer é todo meu, Jéssica.
Tomara que seus leitores curtam a entrevista. Quero dar meus parabéns a você
pela ideia de criar um blog em que o tema seja literatura, por dar espaço a
escritores de todos os gêneros literários, fico muito feliz de ver propostas
inteligentíssimas como essa. Parabéns!
Quem sou eu? Pergunta difícil essa (risos), mas, não há muita
diferença, meus amigos quando leem meus poemas ou contos sempre dizem: “tão
você”. Se eu me afastar da minha essência quando estou escrevendo, deixarei de
transmitir o melhor de mim e minha visão de mundo aos meus leitores. O Leonardo
é um só e a poesia não permite que eu seja outra pessoa.
Eu tive a honra de receber um exemplar do seu livro de poesias e
tive o prazer de me deliciar com elas!!! Conte ao Realeza de onde surge tanta
inspiração pra relatar o dia a dia em forma de versos e estrofes?
Léo: Essa pergunta é fácil (risos).
Eu me permito! Calma, vou explicar: um escritor antes de ser
escritor (perdoem-me pela redundância) tem que ser: observador, ouvinte e
sentir. Porém, isso não significa que escrever seja uma barbada, não é fácil
escrever, escrever com qualidade não é uma tarefa que se aprende sem prática.
Eu gosto muito de um texto do Drummond em que ele explica o processo de criação
poética, leiam:
"Entendo que a poesia é
negócio de grande responsabilidade, e não considero rotular-se de poeta quem
apenas verseje por dor-de-cotovelo, falta dinheiro ou momentânea tomada de
contato com as forças líricas do mundo, sem SE entregar aos trabalhos
cotidianos e secretos da técnica, da leitura, da contemplação e mesmo da ação.
Até os poetas se armam, e um poeta desarmado é, mesmo um ser a mercê de inspirações
fáceis, dóceis às modas e compromissos'". Poeta não escreve só
poemas de amor, eu não escrevo poemas só de amor. Eu sou um poeta armado e
pronto a disparar minha metralhadora de palavras e granadas de argumentos a
qualquer um, falo dos racistas, do machismo e de todas as injustiças que vejo
na sociedade''.
Léo, sabemos que todos escritores, quando sonham em publicar os
livros passam por muitas dificuldades, acabam recebendo vários ‘Nãos’ de
editoras! Como foi com você a procura de editoras, como foi quando você recebeu
o sim e viu que seu livro seria publicado?
Léo: Não tive dificuldades, enviei meu
ensaio para duas editoras, uma aqui de São Paulo e a outra do Rio de Janeiro e
foi a editora do Rio que respondeu meu e-mail, eles demoraram uns três meses e eu
já estava desencanado, ai um dia estava no metrô e vi um e-mail da editora
(editora autografia) quando li o e-mail com a resposta positiva quase tive um
treco, comecei a suar e quando desci do metrô dei uns pulinhos de felicidade.
Para o meu próximo livro eu já consegui uma editora e me considero um sortudo
por não ter tido dificuldade alguma para lançar meu livro. Dificuldades existem sim principalmente
nesses tempos de crise. Não desistam, o caminho é difícil, mas ter fé e se
dedicar ao que você quer e sonha ajuda bastante.
Sei que você tem prazer em passar cultura literária brasileira
para o povo! Quem foi que te incentivou, quem foi que despertou o seu leão
poético?
Léo: Eu sempre escrevi,
meu primeiro poema foi escrito durante uma conversa dos meus pais, lembro que
eu estava deitado no chão do quarto deles, eu estava na segunda serie e escrevi
isso:
‘’Pare de fumar, fumar
Se você não deixar de fumar
Vai perder a saudade
Que Deus te deu até hoje’’
Nunca esquecerei versos tão inocentes e tão
verdadeiros. Mas este incentivo vinha do meu pai que comprava para ele gibis da
turma da Mônica, da Disney, Conan e outros. Ele os terminava ler eu pegava e
lia, viajava para tantos lugares que só a leitura pode proporcionar e dessas
leituras escrevia poemas e algumas histórias. Já adulto quem despertou esse
leão foi meu professor de Literatura, Mauro Dunder, ele me provocava com suas
aulas incríveis e jamais me esquecerei desse homem.
Léo, como funcionou o processo de criação de ‘Eita vida Meu’ que
é foi lançado há pouco tempo atrás?
Léo: Escrever é um prazer
e o processo de criação do livro foi uma delícia, eu li bastante, vivi muitas
experiências que me possibilitaram escrever os trinta e três poemas. Trabalhei
lado a lado com a inspiração, sem ela não é possível fazer nada, mas não vivi
só dela, depois da inspiração vem o trabalho, a mão na massa, a escolha das
palavras, os ritmos e sons que cada poema tem.
Já tem novos projetos em vista? Ou por enquanto está investindo
apenas no primeiro livro?
Léo: Já sim, tenho dois livros prontos:
O desabafo de Rubens Albuquerque – a dor
do homem e O chicote ainda estrala, este último será lançado em fevereiro
pela editora Chiado, já o primeiro é um projeto bem ousado, ele será um livro
de poemas fotografado, para cada poema uma fotografia, meu fotografo está
cuidado disso. O livro conta a história de Rubens Albuquerque, um heterônimo
que conta através de poemas sua visão de mundo.
Como é que a galera faz pra ter acesso ao seu livro e a suas
poesias?
Léo: Para comprar meu livro o leitor
pode entrar em contato comigo, no Facebook é fácil me encontrar Leonardo Maria Francellino ou pelo e-mail: leonardo.francellino@hotmail.com.
Estou criando um blog e em breve estará disponível na internet,
o nome do blog é: Favela.
Eu sei que além de um super escritor você é um leitor
hiperativo! Quem são seus escritores preferidos e quais são seus livros de
cabeceira?
Léo: Meus escritores favoritos são:
Marcelo Rubens Paiva, Machado de Assis, Lima Barreto, João Cabral de Melo Neto,
Manuel Bandeira, Graciliano Ramos, Mário de Andrade, Charles Baudelaire, Whalt
Whitman, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Maria Guilia Pinheiro, Rei Davi,
Clarice Lispector, Guimarães Rosa e todos os escritores de literatura de
cordel.
Meus livros favoritos são: A Bíblia, O triste fim de Policapo
Quaresma, Dom Casmurro, Flores do Mal e Feliz Ano Velho.
Ao ler seu livro senti muito a presença do dia a dia alheio.
Você conta suas histórias de conhecidos em forma de poesia ou é tudo fruto da
imaginação mesmo?
Léo: Todos os personagens existiram,
são pessoas que de alguma forma me influenciaram positivamente na vida.
E sobre o amor, eu tenho a honra de acompanhar suas poesias
antes do livro e algumas que não estão nele! Como é transformar amor em poesia?
Léo: O amor faz coisas incríveis e nos fazer coisas lindas. Eu
tive algumas namoradas e depois de passado aquele mal estar pelo fim do
relacionamento é muito bom relembrar todos os momentos de terno amor que vivi
com cada uma. E quando o amor morre, é possível transformar o amor em poesia? É
sim e muitos fizeram isso de forma emocionante, mas não como o Machado de
Assis, ele escreveu um dos poemas mais lindos da literatura brasileira depois
que sua esposa faleceu, leiam:
CAROLINA
Querida, ao pé do leito derradeiro Em que descansas dessa longa vida, Aqui venho e virei, pobre querida, Trazer-te o coração do companheiro.
Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro Que, a despeito de toda a humana lida, Fez a nossa existência apetecida E num recanto pôs um mundo inteiro.
Trago-te flores, - restos arrancados Da terra que nos viu passar unidos E ora mortos nos deixa e separados.
Que eu, se tenho nos olhos malferidos Pensamentos de vida formulados, São pensamentos idos e vividos.
O amor
faz isso com qualquer um que de fato ama.
Quem seria o Leonardo sem a literatura?
Léo: Não me vejo sem a literatura,
talvez, seria um cozinheiro ou um excelente médico (risos).
Eu sei que além de escritor é professor! Como os alunos reagem
ao saberem que tem um professor autor de um livro publicado? Como é levar essa
arte a eles?
Léo: Acham o máximo, ficam fazendo
perguntas há todo momento e se vangloriam disso. Eu fico feliz de
influenciá-los e ver a leitura e a escrita transformando cada um de maneira
diferente, nem todos serão escritores ou professores, mas que sejam pessoas de
bem.
Agora eu gostaria de pedir pra você deixar um recado para os
nossos leitores sobre os sonhos que cada um tem! Aos olhos de um poeta como
eles devem caminhar!
Léo: Vou responder com um poema do
Tiago Arrais:
Mas
não deixe a tempestade
cobrir
sua vontade de atravessas as nuvens e viver
olhando
o horizonte que não está tão longe
e
esperar no Deus que vai além
Léo quero agradecer toda a atenção que teve conosco! Desejar
sucesso com seu primeiro livro e com todos os outros que virão! Te agradecer
por toda a paciência, toda a dedicação que tem tido com o nosso blog!
Léo: Obrigado eu, querida!
Desejo muito sucesso a toda equipe do Realeza!!!
E quem quiser entrar em contato com você faz como?
leonardo.francellino@hotmail.com
E assim nos despedimos do Léo!! Meu querido toda a equipe do
Realeza se sente honrada em poder contar com você para poemas e ter ganhado
essa entrevista maravilhosa!!!
Desejamos a você todo o sucesso merecido e esperamos ter você por perto de nós
sempre!!!!
Galerinha eu espero de verdade que tenham gostado e fiquem ligadinhos que logo
mais teremos a resenha do livro ‘Oh vida meu’ que o Léo tem publicado!!!
Lembrem-se de deixar os comentários aqui na entrevista, de compartilhar e mostrar pra todos os amigos a entrevista da semana!
Milhões de beijos!
Jéssy!
"Sabe o que eu acho? A única razão de eu não ser comum é que ninguém além de mim me enxerga dessa forma."
August, ou Auggie, nunca frequentou uma escola. Dentro do casulo criado por seus pais e sua irmã, o garoto aprendia em casa e tinha receio de ser uma pessoa comum, pelo simples fato das pessoas não o verem de forma comum. O motivo para tal é uma síndrome genética que deixou o garoto com uma deformidade facial.
Com um desafio pela frente, o garoto teme a reação de todos. Mesmo tendo apenas dez anos, ele já viveu o bastante para sentir na própria pele o que é serr diferente quando ser comum é tudo o que você mais quer.
E nada realmente parece ser diferente no ambiente escolar. Parece que todos o temem pelo simples fato dele fugir dos padrões de "normalidade de um rosto".
Então chega a Summer, uma das poucas e únicas pessoas que parece fechar os olhos para aparência do menino e enxergar o enorme coração que esconde-se atrás daquele rosto. Ousada, a garota vai contra todos e resolve ser amiga do Auggie.
August Pullman só queria ser notado como mais um, e não o um.
"Não precisamos dos olhos para amar, certo? Apenas sentimos dentro de nós."
No livro, temos uma narrativa intercalada por vários personagens. E isso deixou o livro bem interessante. Assim podemos acompanhar a historia do Auggie de diversos ângulos.
Como narrador, temos o próprio Auggie, narrando como é ser diferente e como isso o afeta.
Temos a Via, sua irmã. Ela nos mostra e nos ensina que por mais difício que possa parecer, a compreensão e a paciência são os melhores caminhos a se seguir.
E por último temos a Summer, uma garota muito especial que tem o raro dom de ouvir seu coração e compreender que aparência não é nada, quando se temos um coração bom.
Em vários momentos eu fiquei bastante emocionado com a vida de Auggie.
Esse foi um dos poucos livros, que me fez se emocionar de verdade. Me fez refletir sobre várias coisas da vida, principalmente a aparência.
Extraordinário é um convite para fecharmos os nossos olhos diante de algo que parece diferente, e abrirmos nossos coração para coisas diferentes. O livro é realmente EXTRAORDINÁRIO.
Clicando Aqui, você ouvirá uma música linda, que me fez lembra do Auggie.
"Nós somos os campeões. Nós somos os campeões Não tem vez pra perdedores Pois nós somos os campeões do mundo." - Queen - We Are the Champions
Espero que tenham gostado. Boas Leituras. Mil Abraços. Vitor.
A entrevista da semana vai ao som de The blowers daughter, Damien rice com o queridíssimo Fernando Henrique, sagitariano, de 30 anos e torcedor do Náutico Capibaribe.
Atencioso, simpático e romântico gente! Durante a entrevista descobrimos que a inspiração pro seu livro foi ela!
''Ah se eu não tivesse enviado aquele e-mail...''
Fernando, primeiramente gostaria de agradecer você por ter tirado um tempinho para nos conceder essa entrevista! E gostaria de pedir que se apresentasse pra nossa galera do blog!
FERNANDO -Eu que agradeço a oportunidade que você está me dando de divulgar meu trabalho.
Sabemos que você tem um livro quentinho, que foi lançado há pouco tempo! Fale pra gente um pouquinho dele, dos personagens!
FERNANDO -Meu livro conta a história real de como conheci a minha noiva em 2009 na faculdade de publicidade e propaganda. Se passa num período de 5 anos e tudo que aconteceu de relevante nesse tempo. É uma história de amor com muito humor.
A noiva Mariane, tá explicada de onde surgiu
tanta inspiração!! *-*
Quem quiser comprar seu livro faz como? Qual valor?
FERNANDO -No momento meu livro não está disponível . Fechei com a editora Nova Terra e estou sem previsão de lançamento, todos os exemplares que foram vendidos são de uma remessa que fiz antes de ter uma editora.
Conte-nos também qual a sua inspiração pra escrever.
FERNANDO -Minha noiva foi a minha inspiração. O livro foi feito pra ser presente de aniversário para ela, nunca achei que mais alguém iria lê-lo, e muito menos que iria gostar. Como não sou muito bom em português pedi pra um amigo corrigir e ele gostou do texto, passou pra noiva, que passou pra amiga e assim por diante. “Foi aí” que tive a ideia de divulgar na internet. Depois que quase 6 mil pessoas tinham lido uma amostra que fiz com 11 páginas decidi investir na impressão e procurar uma editora.
Qual a sensação que sente quando está escrevendo algo?
FERNANDO -A sensação é ótima!!! Eu nunca escrevi nada na vida, ganho a vida como designer e escrever sempre foi uma dificuldade pra mim. É incrível a sensação de ver que a primeira coisa que escrevo tem tanta gente que gostou e se identificou com o que eu passei.
Quem foi que te incentivou a escrever? Ou como e quando foi que começou a escrever?
FERNANDO -acho que meio que já respondi isso lá na pergunta 4. Inspiração foi minha noiva, mas incentivo não recebi muito não. Posso dizer que ninguém acreditava que eu conseguiria terminar um livro.
Você já tem algum outro projeto em vista? Pode adiantar alguma coisinha pra gente?
FERNANDO -No momento estou com a continuação da história parada, estou utilizando meu tempo pra divulgar o livro.
Conte-nos também quem são seus autores favoritos!
FERNANDO - Minha autora favorita é J.K. Rowling e todos os seus livros de Harry Potter. Mas foi o autor Nick Hornby e seu livro Alta Fidelidade que me ajudou a escrever a minha história.
Uma de nossas seguidoras pediu pra perguntarmos a você o que come no café da manhã!?
FERNANDO -(risos) Como sou eu que faço, sou meio preguiçoso de manhã, geralmente como pão assado com queijo, mais fácil e rápido de fazer.
Você como escritor jovem nos conte, o que acha do amor Fernando?
FERNANDO - No meu livro eu digo que estar apaixonado é uma merda. A sensação é ótima quando as duas pessoas estão apaixonados, eu particularmente adoro a sensação, mas se o amor não é compartilhado você faz muita burrice pra conquistar a pessoa amada. (Pelo menos foi isso que eu fiz.)
Fernando, deixe aqui pra galera seu contato. Como é que a galera faz pra entrar em contato com você, te mandar recados e tudo mais!
FERNANDO -Quero agradecer a você e seu blog pela oportunidade de falar um pouco sobre meu livro e da experiência de fazê-lo. Agradeço a todos que deram uma oportunidade e perderam uns minutos pra conhecer a história no blog.
Quem quiser saber mais sobre o livro pode curtir a página do Facebook ou seguir meu Instagram. Fernando eu junto com todo o #RealezaCultural agradeço a sua atenção conosco! Te desejamos sucesso e esperamos seu contato em breve para anunciarmos aqui a venda do seu livro!!! Galera é isso aí! Ficaram curiosos pra saber o que teria acontecido 'Se eu não tivesse enviado aquele e-mai...'? Pois é! Nós também ficamos, e muito!
Assim que conseguirmos ele vamos dar um jeitinho de resenhar ele pra vocês e quem sabe até não role um sorteio ade um exemplar!!
Estamos contando os dias para o lançamento!!!