Mostrando postagens com marcador Entrevista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Entrevista. Mostrar todas as postagens
Bom dia turma! Depois de alguns dias na correria e sem tempo para o blog estou voltando com a entrevista tão esperada! Nosso Mauricio de Sousa respondeu todas as questões com muito carinho!
Fiquem ligadinhos que a maioria das perguntas vocês mesmo s quem indicaram! 
Primeiramente gostaríamos de agradecer a atenção conosco e a oportunidade de podermos publicar uma entrevista com o grande Mauricio!
Quem seria hoje Mauricio de Sousa sem a Turma da Mônica?
Mauricio: Sempre gostei de quadrinhos e meus pais me incentivavam nessa leitura. Foi natural eu querer fazer a mesma coisa quando cresci. Só que acabei incentivando um pouco além de meus filhos. Quando criança também gostava de tocar piano. Mas carregar lápis e papel é bem mais fácil. (risos)
 Mauricio o senhor é um dos ícones da literatura brasileira infantil, como vê ela no futuro?
Mauricio: O segredo de manter um público constante num mercado inconstante é sempre estar antenado na linguagem atualizada das crianças. Os pais curtem ter lido a Mônica que falava com eles na linguagem da época e que se adapta à linguagem do filho. Que pai não aprecia um filho que gosta dos mesmos gostos que ele teve em criança? 
Como o nosso grande Maurício se sente sendo o incentivo da leitura de tantas crianças há tantos anos?
Mauricio: Com uma grande responsabilidade. Sempre encontro pessoas que, quando crianças, já liam meus quadrinhos e dizem para mim: meu filho começou a ler pelos gibis da Mônica. O apelo visual dos quadrinhos sempre ajuda a buscar interesse da criança pela leitura. Acredito que, tanto no impresso quanto na internet, a leitura vai sempre ter seu lugar de destaque. Basta ver o número de títulos infanto-juvenis lançados pelas editoras atualmente. Minha alegria é saber que não estou formando apenas leitores, mas também bons escritores. E com bons escritores, sempre haverá muitos leitores.

Os personagens da Turma da Mônica foram inspirados em pessoas reais ou apenas fruto da sua grande imaginação?

Mauricio: Praticamente todas as inspirações são de minha infância e de meus filhos. Cascão e Cebolinha foram colegas que moravam perto de casa. Magali, Mônica e Maria Cebola são minhas primeiras filhas. Depois vieram mais sete filhos e todos viraram personagens. Mas criamos também outros personagens necessários às historinhas e não necessariamente baseados em alguém real. São mais de 400 criados até hoje.
De onde surgem ideias para a criação de tantos gibis?
Mauricio: Temos uma ótima equipe de roteiristas. Muitos moram longe de São Paulo como em Manaus ou Rio Grande do Sul. E isso ajuda para que tenhamos histórias criativas e cheias de novidades. E também minha filha Marina, que inspirou a criação da personagem Marina, me ajuda muito na leitura dos roteiros recebidos para ver se está tudo na linha de nossa filosofia.
Mauricio de Sousa tem algum projeto novo em preparação? Pode adiantar um pouquinho pra gente?
Mauricio: Sempre temos novos projetos. Atualmente abrimos novamente o Parque da Mônica e está um sucesso de público. Na Bienal do Livro do Rio de Janeiro vamos lançar vários novos títulos para completar os centenas que já temos em livrarias. A série Monica Toy tem sempre um novo desenho no nosso canal oficial do youtube. E a série de graphic novels onde grandes desenhistas brasileiros fazem sua versão da Turma da Mônica em estilo próprio estão sendo lançadas até em outros países. A última "Turma da Mônica - Lições" já está esgotando nas livrarias.
E o senhor pretende um dia parar com os gibis e as histórias em quadrinhos?
Mauricio: O que acaba com uma publicação são os leitores. Se não se interessarem mais e deixarem de comprar, a revista acaba.  Mas nesses 55 anos de Turma da Mônica nunca aconteceu isso. Espero que continue assim.
Se puder, por favor, deixe uma mensagem aos fãs de tantos anos e aos leitores iniciantes de Mauricio de Sousa!!!

Mauricio: A criança é e sempre será a mesma em qualquer época. O que muda são as novas formas de comunicação e avanços tecnológicos, que influenciam nos relacionamentos. Mas os sentimentos são imutáveis.

‘A criança é e sempre será a mesma em qualquer época!’ Que lindo! A equipe do Realeza Cultural deseja sucesso a todos os personagens do Mauricio, agradecemos a atenção dele e de toda a equipe e agradecemos em especial a vocês! Nossos leitores que sempre estão nos dando dicas e nos ajudaram com as perguntas dessa entrevista!
Espero que tenham gostado!
Compartilhem e curtam muito!!!
Milhões de beijos!
Jéssy!
E aí galerinha!!!! Eu já estava com saudades de vocês!!! Trouxe comigo uma super entrevista com o Léo, um amigo meu de tempos, escritor de poesias lindas, um negão de tirar o chapéu haha!!! Ao som de Tim Maia vocês saberão um pouquinho dele, um corinthiano de 33 anos e solteiro, e como ele mesmo disse: ‘‘aceitando propostas’’! Meninas aí de São Paulo olha a oportunidade!!! Conquistar o coração no negão poeta!!!


Léo meu querido, primeiramente gostaria de agradecer você por ter nos dado atenção e principalmente por aceitar a nossa entrevista! Agora queria que você contasse pro nosso blog, quem é o artista Leonardo M. Francellino e quem é o Léo pessoa?

Léo: O prazer é todo meu, Jéssica. Tomara que seus leitores curtam a entrevista. Quero dar meus parabéns a você pela ideia de criar um blog em que o tema seja literatura, por dar espaço a escritores de todos os gêneros literários, fico muito feliz de ver propostas inteligentíssimas como essa. Parabéns!
Quem sou eu? Pergunta difícil essa (risos), mas, não há muita diferença, meus amigos quando leem meus poemas ou contos sempre dizem: “tão você”. Se eu me afastar da minha essência quando estou escrevendo, deixarei de transmitir o melhor de mim e minha visão de mundo aos meus leitores. O Leonardo é um só e a poesia não permite que eu seja outra pessoa.


Eu tive a honra de receber um exemplar do seu livro de poesias e tive o prazer de me deliciar com elas!!! Conte ao Realeza de onde surge tanta inspiração pra relatar o dia a dia em forma de versos e estrofes?

Léo: Essa pergunta é fácil (risos).
Eu me permito! Calma, vou explicar: um escritor antes de ser escritor (perdoem-me pela redundância) tem que ser: observador, ouvinte e sentir. Porém, isso não significa que escrever seja uma barbada, não é fácil escrever, escrever com qualidade não é uma tarefa que se aprende sem prática. Eu gosto muito de um texto do Drummond em que ele explica o processo de criação poética, leiam:
"Entendo que a poesia é negócio de grande responsabilidade, e não considero rotular-se de poeta quem apenas verseje por dor-de-cotovelo, falta dinheiro ou momentânea tomada de contato com as forças líricas do mundo, sem SE entregar aos trabalhos cotidianos e secretos da técnica, da leitura, da contemplação e mesmo da ação. Até os poetas se armam, e um poeta desarmado é, mesmo um ser a mercê de inspirações fáceis, dóceis às modas e compromissos'". Poeta não escreve só poemas de amor, eu não escrevo poemas só de amor. Eu sou um poeta armado e pronto a disparar minha metralhadora de palavras e granadas de argumentos a qualquer um, falo dos racistas, do machismo e de todas as injustiças que vejo na sociedade''.

Léo, sabemos que todos escritores, quando sonham em publicar os livros passam por muitas dificuldades, acabam recebendo vários ‘Nãos’ de editoras! Como foi com você a procura de editoras, como foi quando você recebeu o sim e viu que seu livro seria publicado?

Léo: Não tive dificuldades, enviei meu ensaio para duas editoras, uma aqui de São Paulo e a outra do Rio de Janeiro e foi a editora do Rio que respondeu meu e-mail, eles demoraram uns três meses e eu já estava desencanado, ai um dia estava no metrô e vi um e-mail da editora (editora autografia) quando li o e-mail com a resposta positiva quase tive um treco, comecei a suar e quando desci do metrô dei uns pulinhos de felicidade. Para o meu próximo livro eu já consegui uma editora e me considero um sortudo por não ter tido dificuldade alguma para lançar meu livro.  Dificuldades existem sim principalmente nesses tempos de crise. Não desistam, o caminho é difícil, mas ter fé e se dedicar ao que você quer e sonha ajuda bastante.


Sei que você tem prazer em passar cultura literária brasileira para o povo! Quem foi que te incentivou, quem foi que despertou o seu leão poético?

Léo: Eu sempre escrevi, meu primeiro poema foi escrito durante uma conversa dos meus pais, lembro que eu estava deitado no chão do quarto deles, eu estava na segunda serie e escrevi isso:
‘’Pare de fumar, fumar
Se você não deixar de fumar
Vai perder a saudade
Que Deus te deu até hoje’’

Nunca esquecerei versos tão inocentes e tão verdadeiros. Mas este incentivo vinha do meu pai que comprava para ele gibis da turma da Mônica, da Disney, Conan e outros. Ele os terminava ler eu pegava e lia, viajava para tantos lugares que só a leitura pode proporcionar e dessas leituras escrevia poemas e algumas histórias. Já adulto quem despertou esse leão foi meu professor de Literatura, Mauro Dunder, ele me provocava com suas aulas incríveis e jamais me esquecerei desse homem. 

Léo, como funcionou o processo de criação de ‘Eita vida Meu’ que é foi lançado há pouco tempo atrás?


Léo: Escrever é um prazer e o processo de criação do livro foi uma delícia, eu li bastante, vivi muitas experiências que me possibilitaram escrever os trinta e três poemas. Trabalhei lado a lado com a inspiração, sem ela não é possível fazer nada, mas não vivi só dela, depois da inspiração vem o trabalho, a mão na massa, a escolha das palavras, os ritmos e sons que cada poema tem. 

Já tem novos projetos em vista? Ou por enquanto está investindo apenas no primeiro livro?

Léo: Já sim, tenho dois livros prontos: O desabafo de Rubens Albuquerque – a dor do homem e O chicote ainda estrala, este último será lançado em fevereiro pela editora Chiado, já o primeiro é um projeto bem ousado, ele será um livro de poemas fotografado, para cada poema uma fotografia, meu fotografo está cuidado disso. O livro conta a história de Rubens Albuquerque, um heterônimo que conta através de poemas sua visão de mundo.

Como é que a galera faz pra ter acesso ao seu livro e a suas poesias?

Léo: Para comprar meu livro o leitor pode entrar em contato comigo, no Facebook é fácil me encontrar Leonardo Maria Francellino ou pelo e-mail: leonardo.francellino@hotmail.com.
Estou criando um blog e em breve estará disponível na internet, o nome do blog é: Favela.

Eu sei que além de um super escritor você é um leitor hiperativo! Quem são seus escritores preferidos e quais são seus livros de cabeceira?

Léo: Meus escritores favoritos são: Marcelo Rubens Paiva, Machado de Assis, Lima Barreto, João Cabral de Melo Neto, Manuel Bandeira, Graciliano Ramos, Mário de Andrade, Charles Baudelaire, Whalt Whitman, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Maria Guilia Pinheiro, Rei Davi, Clarice Lispector, Guimarães Rosa e todos os escritores de literatura de cordel.
Meus livros favoritos são: A Bíblia, O triste fim de Policapo Quaresma, Dom Casmurro, Flores do Mal e Feliz Ano Velho.

Ao ler seu livro senti muito a presença do dia a dia alheio. Você conta suas histórias de conhecidos em forma de poesia ou é tudo fruto da imaginação mesmo?

Léo: Todos os personagens existiram, são pessoas que de alguma forma me influenciaram positivamente na vida.

E sobre o amor, eu tenho a honra de acompanhar suas poesias antes do livro e algumas que não estão nele! Como é transformar amor em poesia?

 Léo: O amor faz coisas incríveis e nos fazer coisas lindas. Eu tive algumas namoradas e depois de passado aquele mal estar pelo fim do relacionamento é muito bom relembrar todos os momentos de terno amor que vivi com cada uma. E quando o amor morre, é possível transformar o amor em poesia? É sim e muitos fizeram isso de forma emocionante, mas não como o Machado de Assis, ele escreveu um dos poemas mais lindos da literatura brasileira depois que sua esposa faleceu, leiam:

CAROLINA

Querida, ao pé do leito derradeiro
Em que descansas dessa longa vida,
Aqui venho e virei, pobre querida,
Trazer-te o coração do companheiro.

Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro
Que, a despeito de toda a humana lida,
Fez a nossa existência apetecida
E num recanto pôs um mundo inteiro.

Trago-te flores, - restos arrancados
Da terra que nos viu passar unidos
E ora mortos nos deixa e separados.

Que eu, se tenho nos olhos malferidos
Pensamentos de vida formulados,
São pensamentos idos e vividos.

O amor faz isso com qualquer um que de fato ama.


Quem seria o Leonardo sem a literatura?

Léo: Não me vejo sem a literatura, talvez, seria um cozinheiro ou um excelente médico (risos).

Eu sei que além de escritor é professor! Como os alunos reagem ao saberem que tem um professor autor de um livro publicado? Como é levar essa arte a eles?

Léo: Acham o máximo, ficam fazendo perguntas há todo momento e se vangloriam disso. Eu fico feliz de influenciá-los e ver a leitura e a escrita transformando cada um de maneira diferente, nem todos serão escritores ou professores, mas que sejam pessoas de bem.

Agora eu gostaria de pedir pra você deixar um recado para os nossos leitores sobre os sonhos que cada um tem! Aos olhos de um poeta como eles devem caminhar!

Léo: Vou responder com um poema do Tiago Arrais:

Mas não deixe a tempestade
cobrir sua vontade de atravessas as nuvens e viver
olhando o horizonte que não está tão longe
e esperar no Deus que vai além

Léo quero agradecer toda a atenção que teve conosco! Desejar sucesso com seu primeiro livro e com todos os outros que virão! Te agradecer por toda a paciência, toda a dedicação que tem tido com o nosso blog!

Léo: Obrigado eu, querida!
Desejo muito sucesso a toda equipe do Realeza!!!


E quem quiser entrar em contato com você faz como?
leonardo.francellino@hotmail.com

E assim nos despedimos do Léo!! Meu querido toda a equipe do Realeza se sente honrada em poder contar com você para poemas e ter ganhado essa entrevista maravilhosa!!!
Desejamos a você todo o sucesso merecido e esperamos ter você por perto de nós sempre!!!!

Galerinha eu espero de verdade que tenham gostado e fiquem ligadinhos que logo mais teremos a resenha do livro ‘Oh vida meu’ que o Léo tem publicado!!!


Lembrem-se de deixar os comentários aqui na entrevista, de compartilhar e mostrar pra todos os amigos a entrevista da semana!


Milhões de beijos!
Jéssy!

A entrevista da semana vai ao som de The blowers daughter, Damien rice com o queridíssimo Fernando Henrique, sagitariano, de 30 anos e torcedor do Náutico Capibaribe.
Atencioso, simpático e romântico gente! Durante a entrevista descobrimos que a inspiração pro seu livro foi ela!
''Ah se eu não tivesse enviado aquele e-mail...''




Fernando, primeiramente gostaria de agradecer você por ter tirado um tempinho para nos conceder essa entrevista! E gostaria de pedir que se apresentasse pra nossa galera do blog!
FERNANDO - Eu que agradeço a oportunidade que você está me dando de divulgar meu trabalho.


Sabemos que você tem um livro quentinho, que foi lançado há pouco tempo! Fale pra gente um pouquinho dele, dos personagens!
FERNANDO - Meu livro conta a história real de como conheci a minha noiva em 2009 na faculdade de publicidade e propaganda. Se passa num período de 5 anos e tudo que aconteceu de relevante nesse tempo. É uma história de amor com muito humor.

A noiva Mariane, tá explicada de onde surgiu

tanta inspiração!! *-*
Quem quiser comprar seu livro faz como? Qual valor?
FERNANDO - No momento meu livro não está disponível . Fechei com a editora Nova Terra e estou sem previsão de lançamento, todos os exemplares que foram vendidos são de uma remessa que fiz antes de ter uma editora.


Conte-nos também qual a sua inspiração pra escrever.
FERNANDO - Minha noiva foi a minha inspiração. O livro foi feito pra ser presente de aniversário para ela, nunca achei que mais alguém iria lê-lo, e muito menos que iria gostar. Como não sou muito bom em português pedi pra um amigo corrigir e ele gostou do texto, passou pra noiva, que passou pra amiga e assim por diante. “Foi aí” que tive a ideia de divulgar na internet. Depois que quase 6 mil pessoas tinham lido uma amostra que fiz com 11 páginas decidi investir na impressão e procurar uma editora.

Qual a sensação que sente quando está escrevendo algo?
FERNANDO - A sensação é ótima!!! Eu nunca escrevi nada na vida, ganho a vida como designer e escrever sempre foi uma dificuldade pra mim. É incrível a sensação de ver que a primeira coisa que escrevo tem tanta gente que gostou e se identificou com o que eu passei.


Quem foi que te incentivou a escrever? Ou como e quando foi que começou a escrever?
FERNANDO - acho que meio que já respondi isso lá na pergunta 4. Inspiração foi minha noiva, mas incentivo não recebi muito não. Posso dizer que ninguém acreditava que eu conseguiria terminar um livro.


Você já tem algum outro projeto em vista? Pode adiantar alguma coisinha pra gente?
FERNANDO - No momento estou com a continuação da história parada, estou utilizando meu tempo pra divulgar o livro.


Conte-nos também quem são seus autores favoritos!
FERNANDO - Minha autora favorita é J.K. Rowling e todos os seus livros de Harry Potter. Mas foi o autor Nick Hornby e seu livro Alta Fidelidade que me ajudou a escrever a minha história.


Uma de nossas seguidoras pediu pra perguntarmos a você o que come no café da manhã!?
FERNANDO - (risos) Como sou eu que faço, sou meio preguiçoso de manhã, geralmente como pão assado com queijo,  mais fácil e rápido de fazer.


Você como escritor jovem nos conte, o que acha do amor Fernando?
FERNANDO - No meu livro eu digo que estar apaixonado é uma merda. A sensação é ótima quando as duas pessoas estão apaixonados, eu particularmente adoro a sensação, mas se o amor não é compartilhado você faz muita burrice pra conquistar a pessoa amada. (Pelo menos foi isso que eu fiz.)

Fernando, deixe aqui pra galera seu contato. Como é que a galera faz pra entrar em contato com você, te mandar recados e tudo mais!
FERNANDO - Quero agradecer a você e seu blog pela oportunidade de falar um pouco sobre meu livro e da experiência de fazê-lo. Agradeço a todos que deram uma oportunidade e perderam uns minutos pra conhecer a história no blog.
Quem quiser saber mais sobre o livro pode curtir a página do Facebook ou seguir meu Instagram

Fernando eu junto com todo o #RealezaCultural agradeço a sua atenção conosco! Te desejamos sucesso e esperamos seu contato em breve para anunciarmos aqui a venda do seu livro!!!

Galera é isso aí! Ficaram curiosos pra saber o que teria acontecido 'Se eu não tivesse enviado aquele e-mai...'? Pois é! Nós também ficamos, e muito! Assim que conseguirmos ele vamos dar um jeitinho de resenhar ele pra vocês e quem sabe até não role um sorteio ade um exemplar!! Estamos contando os dias para o lançamento!!!




Espero que tenham se divertido!

Compartilhem e comentem muito!
Milhões de beijos!

Jéssy e Fehlipe !










E aí galerinha, cumprindo com a promessa de uma entrevista semanal a entrevista animadíssima dessa semana é com o super simpático Rudy Rossi! Morador de Rio Claro, interior do estado de São Paulo, libriano, palmeirense, músico, escritor, técnico em informática!

42 anos, super pai, vaidoso e como vemos com o vídeo ao lado, ele é bem agitado! Essa é uma, das tantas músicas eletrônicas que ele adora!!! 
Autor de vários livros, o Rudy foi super atencioso ao nos falar dos seus trabalhos, da sua vida e de todas as suas preferencias!  Contou-nos um pouquinho das suas dificuldades e de como decidiu virar escritor com a ideia inovadora de uma editora própria!




*Rudy, primeiramente gostaria de agradecer você por ter nos dado atenção e principalmente por aceitar a nossa entrevista! Agora queria que você contasse pro nosso blog, quem é Rudy Rossi?
Rudy: Imagina, eu é que agradeço pelo convite. Muito obrigado mesmo. Bom, eu sou de uma família simples, porem batalhadores. Meus pais lutaram muito com a vida e nada foi tão fácil para eles. São separados mas todos nós temos um bom relacionamento. Eu sou uma pessoa simples, porem muito vaidoso, mas me adapto em qualquer lugar e em qualquer situação, pois passei por muitas dificuldades em minha vida. E isso me ensinou muitas coisas. Já errei muito, mas também aprendi muito com os meus erros. Sou uma pessoa determinada e não tenho medo de enfrentar e muito menos de me arriscar nas minhas decisões. Sou formado em Música e Técnico em PCs e Nots e fiz alguns cursos complementares nesta área, onde trabalhei e ainda continuo trabalhando. Mas já estou com novos projetos e com isso vou largar esta profissão para me dedicar exclusivamente para a Escrita e para a MICRO EDITORA R.R, que é o meu novo investimento e futuro emprego também.

 *Sabemos que você tem alguns livros publicados, conte-nos pra nós qual deles te deu mais trabalho no processo de criação!
Rudy: Todos de certa forma da muito trabalho. Principalmente para mim que faço a produção dos meus próprios livros. Sou totalmente independente. A única coisa que não faço, é revisão de texto. Até porque tenho muita dificuldade com o Português. Mas no restante eu faço desde a criação dos personagens, ambiente etc, até o acabamento final do livro para deixar pronto para a leitura. Todo trabalho de capa, diagramação, costura e colagem dos livros sou eu mesmo é quem faço. As capas eu as faço em um editor de imagem e mando para uma gráfica fazer a impressão. Depois eu faço a montagem deles e dou o acabamento final.  Mas teve um livro sim que eu tive um pouco de trabalho a mais do que os outros, que foi o livro “ O MUNDO DE LARA “.


Foi um livro que passou por várias revisões e depois eu resolvi reeditá-lo para detalhar mais os personagens, acrescentar mais diálogo, enfim; aperfeiçoar um pouco mais ele e assim deixar ele com uma qualidade melhor. Com os outros eu já fui adquirindo mais experiência então foi mais tranquilo, mas todos dão muito trabalho. Porém um trabalho muito prazeroso e que eu faço com muito amor, principalmente agora que já estou podendo me dedicar mais a todos eles.

*Conte-nos também como é que você se inspira a criar cada um de seus livros? Como surgem as ideias.
Rudy:  Eu já li muitos livros, e filmes então nem se fala. Todos os dias eu assisto dois ou três filmes. Muitas vezes não dá, mas pelo menos um, tenho que assistir. Mas confesso e acredito que isso não ajuda totalmente. Ajuda você a entender como detalhar mais ambiente, personagem etc, porém a criatividade é uma habilidade que pelo menos para em mim, surge muito devido as coisas que já presenciei, e já passei em minha vida, mas é claro que, sempre fantasiando mais para dar mais vida e emoção a tudo que eu estou tentando passar com o que escrevo. Nem todos os livros são fatos que eu vivi, mas sempre acabamos colocando um pouco de nós em cada livro, ou em algum personagem.  O livro “O Domínio de Kléptos “ foi um livro que eu amei muito ter escrito, pois foi uma história que eu criei quando os meus filhos ainda eram crianças. Um Ex: A Mazirah eu colocaria como a minha filha Rebeca, o Kevem como o Henrique, e eu Seria o personagem Sartuz. Eles se encontram, e toda a história se passa em uma época futura. 2050. Eu já li duas vezes esse livro e sempre me emociono muito.

* E quem foi que te incentivou a escrever? Você colocou fé na ideia de escritor desde o início ou começou como hobbie?
Rudy: Eu nunca imaginei em me tornar um escritor, quando eu ainda estava fazendo o ginásio eu tinha o hábito de escrever versos nos meus cadernos, e nos das meninas da minha classe. Por incrível que parece isso me tornou muito popular e tive muitas namoradas nessa época (rsrsr). Eu tive um professor que acabou se tornando muito meu amigo e me presenteou com uma máquina de escrever, pois todos gostavam dos meus versos e pequenos poemas. Essa época da minha vida foi maravilhosa!!! Acabei me tornando muito amigo de todos os meus professores a ponto de frequentar suas casas e festas também.  Com esta máquina de escrever eu comecei tudo, mas até então eu ainda não tinha planos de me tornar um escritor, gostava tanto de escrever que acabei fazendo um pequeno livro de poesias. Fiz este livro em um formato pequeno e dobrável. Fui até uma papelaria e pedi para fazer centenas de cópias. Distribui para a escola inteira. Tive um gasto enorme com isso, mas valeu a pena e foi inesquecível. Até então eu tinha uma paixão pela música e isso me desviou totalmente da literatura e da escrita. Estudei música durante 8 anos, nesse meio tempo eu já estava me apresentando em algumas festas como tecladista, isso acabou virando a minha profissão por alguns anos. Eu estudei Piano, Teclado, Clarineta e Flauta transversal, montei algumas bandas, mas consegui mesmo me destacar quando comecei a tocar sozinho.

Ganhei até um bom dinheiro e vivi até muito bem da música, só que a vida muitas vezes da uma reviravolta e o rumo de nossas vidas acabam tomando outros destinos. E foi o que aconteceu comigo, depois eu acabei me casando e fui estudar Informática e me encontrei aí também, fiz disso a minha profissão, onde eu consegui abrir o meu próprio negócio e tocar a minha vida. Só que sempre senti muita saudade da música e daquela época. Foi maravilhoso, porém acabou me trazendo uma série de problemas que eu mesmo acabei criando, com isso foi necessário que eu largasse tudo e mudasse o rumo da minha vida. Hoje eu sou muito feliz com o que faço. Encontrei-me na escrita também.... Amo escrever e voltei a ler como nunca. Mas também confesso que ainda não estou totalmente realizado, pois tenho projetos nesta área que ainda quero concretizar.   


*Como foi todo o processo de procurar editora pro seu primeiro livro, como foi a ansiedade, o medo?
Rudy: Então, eu tive alguns problemas com uma pequena editora. Mas agradeço, pois foi devido a isso tudo que me tornei totalmente independente, e criei forças para realizar todo este processo sozinho. Hoje eu mesmo faço a produção dos meus livros e foi ai que surgiu a minha ideia de montar a MICRO EDITORA R.R. E assim também poder abrir espaço para novos Autores que queiram publicarem seus livros em pequenas e médias tiragens.


*Quais foram as primeiras pessoas que tiveram acesso aos seus livros? Qual foi a reação delas.
Rudy: As primeiras pessoas foram meus amigos e familiares. Mas é impossível você agradar a todos. Por este motivo eu não me importo muito com isso. Eu escrevo porque eu amo escrever. Tem pessoas que gostaram, e outras acredito que não, e isso é normal... Eu por exemplo não gosto muito de romance melado. Prefiro um romance que envolva um certo drama, mistério e assim por diante. Mas a minha preferência não é o romance.  Então isso é meio relativo. Muitos vão gostar e muitos vão odiar, eu penso sempre desta forma; —Escrevo primeiro para mim, e principalmente me emocionar com o que eu estou escrevendo. Se você não se emocionar com o que escreve, você também não emocionará ninguém.  Não importa a categoria, sempre tem que ter emoção em tudo. Os leitores querem arrepiar, vibrar, sentir aquela sensação que você está tentando passar. Isso é muito importante.  

* Quem quiser ter acesso aos seus livros faz como?
Rudy: Eu sou uma pessoa fácil de achar, mesmo aparentemente no anonimato estou sempre por perto de tudo e de todos. Estou sempre conectado à internet. Quase que 24 hrs por dia. Tenho várias páginas e o meu Site de vendas. Vou por os links aqui para vocês ok.


Tenho outras páginas e grupos também, mas que não são focadas na literatura.

*Já tem futuros projetos sendo trabalhados? Pode adiantar algo pra nós?
Rudy: Sim, é claro! Estou no segundo livro “O MUNDO DE LARA – O Retorno “. Acredito que até o fim do ano já estará lançado pela minha própria Editora. E estou começando também a escrever um livro que terá como Título “MEMÓRIAS -  Como o Passado Pode Mudar o Futuro”, esse será para o ano que vem. 

* Conte-nos também quem são seus escritores favoritos, desde aqueles que te inspiraram até os mais novos que você anda espiando!

Rudy: Eu li muito Sídney Sheldon – Nora Roberts – Jaqueline Briskin e outros -.  Agora nacional eu confesso que estou começando a ler mais agora. Já li alguns como Rachel de Queirz – Paulo Coelho – Augusto Cury – Erick Sevach, que publicou um livro maravilhoso! Somos amigos e acabamos trocando livro, eu mandei o livro O MUNDO DE LARA e ele me mandou um exemplar dele de O ESTRANHO. Este livro, eu achei fascinante... uma linda história! Mas agora ele está usando outro nome e já está lançando o seu segundo livro, que tenho certeza que vai ser maravilhoso também. Gostei muito da escrita dele.

* Uma de nossas seguidoras pediu pra perguntarmos a você o que come no café da manhã. Haha
Rudy: hahaha !!!! essa é boa. Primeiro que eu acordo quase na hora do almoço. Mas tem dias que eu acordo bem cedo. Isso depende muito do que eu vou fazer, geralmente trabalho mais a noite, por isso então sou meio vampiro (risos). Independente da hora que eu acorde eu sempre tomo o meu café da manhã, mesmo sendo no horário do almoço, sou meio comilão. Me contento com o que tem, mas gosto muito de café mesmo. Geralmente eu como uns dois pães com maionese... não gosto muito de margarina ou manteiga. As vezes tomo leite com chocolate, mas sempre depois vem o café puro mesmo. Tomo café quase que o dia todo. Raramente como alguma fruta de manhã. Tiveram épocas que eu fui mais cuidadoso com as minhas refeições matinais. 


* Você como escritor jovem nos conte o que acha do amor Rudy?
Rudy: Na literatura eu não sou muito romântico, mas pessoalmente eu sou sim um apaixonado pela vida e por este sentimento tão nobre, mas que infelizmente anda muito banalizado. O amor se tornou uma coisa temporária para muitos, e isso é muito triste. Eu fui casado duas vezes e tive muitas namoradas. Isso não quer dizer que eu fui um pegador nato, mas tive muita sorte no amor, tive mulheres incríveis ao meu lado! O amor tem que ser incondicional, o que hoje em dia é tão difícil. Eu mesmo posso dizer que também mudei muito em relação a este sentimento. As coisas mudaram, as pessoas mudaram, e o Amor está ficando cada vez mais distante de nós e de nossas vidas. Confesso que me fechei muito para este sentimento também, mas ainda acredito que o Amor sempre será a única razão de viver. Não teria nenhum sentido a vida sem o Amor. O Amor nos impulsiona a tudo nesta vida. Tem uma pequena frase que eu ouvi em um filme, que acabei fazendo uma adaptação, que é esta: “A VIDA É A ÚNICA ESCAPADA PARA A ALEGRIA, E O AMOR É O ÚNICO SENTIDO PARA A VIDA”. No filme o personagem só se refere a parte que é mencionado A VIDA É A ÚNICA ESCAPADA PARA A ALEGRIA.  A outra parte eu acrescentei... É isso aí !!!   

*Rudy deixe aqui pra galera seu contato. Como é que a galera faz pra falar direto com você, te mandar recados e tudo mais!
Rudy: Bom, primeiramente eu quero agradecer muito você Jéssy pelo convite de poder estar falando um pouco de mim, e do meu trabalho. Muito obrigado mesmo. Você foi muito gentil e eu amei participar desta entrevista! Todas as suas perguntas foram muito inteligentes e muito bem elaboradas. Um abraço enorme pra você ok. Bom, o meu contato todos poderão encontrar nos links que eu mencionei na resposta 7. Eu não uso o Whatsapp. Comprei um novo celular que veio todos os aplicativos mas eu acabo excluindo até porque se eu for ficar arrumando muitos meios de contatos, talvez isso acabe me atrapalhando. Vou deixar meus dois e-mails, e os meus telefones estão no Site da MICRO EDITORA R.R. OK.. Um beijão enorme pra você Jéssy e para todos os amigos Autores, leitores, fanáticos, devoradores de livros e etc etc ...  FORTE ABRAÇO A TODOS.  


E vocês acabam de conhecer um pouquinho mais do nosso músico escritor Rudy Rossy!

Mais uma vez eu quero agradecer toda a atenção conosco Rudy, lhe desejar sucesso! Galera assim que eu ler os livros dele, que inclusive todas as capas estão espalhadas pela entrevista, eu resenharei um a um e contarei a vocês o que achei deles!

Espero de verdade que tenham se divertido tanto quanto eu com a entrevista! Agora acrescentem mais seis livros na lista de futuros livros pra estante, e caso leiam antes de mim corram me contar o que acharam!



Compartilhem e comentem muito!
Milhões de beijos!


Jéssy!